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Corydon - 19ª Missão

  • Foto do escritor: CBH
    CBH
  • 8 de jun.
  • 10 min de leitura

Campanha Battletech Histórias

Os Arquivos de Cinzas


Corydon - 2806, 05 de setembro

Sistema Solar


Informações Técnicas

CORYDON

SISTEMA CORYDON

Tipo de Estrela (tempo de recarga)

M3V (204 horas)

Estação de Recarga

Nenhum

PLANETA CORYDON

Facção Pertencente

Sóis Federados

Tipo de Planeta

Terrestre

Diâmetro

14.400,0 km

Posição no Sistema

1 (0.120 AU)

Tempo até o Ponto de Salto

2,7 dias

Duração do Ano

0,5 Ano terrestre

Duração do Dia

23 horas

Gravidade da Superfície

1,08g

Atmosfera

Respirável

Pressão Atmosférica

Auta

Composição Atmosférica

Nitrogênio e Oxigênio, mais gases residuais

Temperatura Equatorial

32ºC

Água da Superfície

42%

Maior Vida Nativa

Répteis

Satélites

Nenhum

Territórios (Cidade Capital)

Lesse O'Howley

Capital: Fama

Greater O'Howley

New Campbell

Gentry

Old Vermilion

Gardsby

População

1.083.888.289

Nível Sócio Industrial

Sofisticação Tecnológica D: Mundo de baixa tecnologia. Sistema educacional deficiente; cuidados médicos equivalentes aos níveis dos séculos XXI e XXII; indústria microeletrônica inexistente (exceto possíveis regiões isoladas administradas por empresas privadas. Desenvolvimento Industrial C: Indústria pesada básica. Equivalente à tecnologia aproximada do século 22; tecnologia de fusão é possível, mas nenhum produto complexo (incluindo BattleMechs).

Dependência de Matéria-Prima D: Dependente. O Sistema é pobre em matérias-primas e deve importar a maior parte das suas necessidades materiais.

Produção Industrial D: Saída insignificante. A base industrial mundial é insuficiente para as principais exportações; dependente de produtos importados.

Dependência Agrícola D: Agricultura pobre. A produção agrícola mínima obriga a uma forte dependência de importações de fora do mundo para sustentar a população local.

Classe HPG

Classe HPG tipo B

Fonte: MegaMekHQ


Atacantes [Jogadores]


Defensor [IA MegaMek]


Audio cover
C24M19 Início

2806, 05 de setembro - Corydon

Corydon não parecia um mundo em guerra.

Ao menos não à primeira vista.

Visto do alto, Lestr O’Howley era um mar verde recortado por rios rasos, encostas suaves e manchas de floresta úmida que se estendiam até onde os sensores ópticos permitiam enxergar. A autoestrada cinzenta que saía do sudeste e cortava a vegetação em direção ao noroeste parecia quase deslocada naquele cenário — uma cicatriz reta demais em meio a um mundo que ainda insistia em parecer vivo.

Mas a guerra estava ali.

Ela estava nos comboios civis abandonados às margens da via. Estava nos postes de comunicação derrubados, nas torres de repetição silenciosas e nos antigos marcos rodoviários marcados com ideogramas Kuritas pintados às pressas sobre os símbolos dos Sóis Federados. Estava, sobretudo, no silêncio.

Corydon era um mundo de tecnologia limitada, indústria pesada básica e dependência constante de importações. Não possuía o brilho dos grandes centros de pesquisa de Cholame, nem a imponência orbital da lua Albion. Ainda assim, no contexto da Primeira Contra-Ofensiva AFFS, pequenos mundos podiam esconder grandes segredos. E, depois do que os mercenários haviam encontrado em Albion, ninguém mais dentro do comando Davion se dava ao luxo de chamar qualquer instalação Kurita de “irrelevante”.

O Data Center Fama-Norte surgia no fim da autoestrada como uma fortaleza baixa, construída entre elevações arborizadas e protegida por ravinas naturais. Oficialmente, antes da ocupação, era uma instalação administrativa de armazenamento econômico e tráfego comercial planetário. Na prática, após anos sob controle do Combinado Draconis, havia sido convertido em um nó de comunicações, triagem logística e arquivamento militar.

Foi a MacAres Solon quem encontrou o padrão.

Fragmentos capturados em Albion, combinados com restos de mensagens recuperadas no Hub Central lunar, indicavam que parte dos componentes usados na reconstrução dos WarShips não havia vindo apenas dos destroços da batalha de Cholame. Havia uma rota. Uma cadeia de movimentação. Um fluxo de peças, técnicos e autorizações que passava por Corydon antes de desaparecer em sistemas mais próximos da linha de retirada Kurita.

E havia um nome.

Akihiro Sato.

Aparecia em registros parciais, em autorizações incompletas, em chaves de criptografia quebradas pela metade. Não como comandante de campo, mas como alguém acima deles. Alguém que ordenava, apagava, movia e preservava.

O Marechal Thomas Halder-Davion surgiu no canal criptografado pouco antes da descida dos mercenários. A imagem dele estava mais granulada que o habitual, distorcida pela interferência atmosférica de Corydon e pelos bloqueios Kuritas ainda ativos na região.

— “Albion nos mostrou o que o Combinado estava tentando reconstruir. Corydon pode nos mostrar para onde eles pretendem levar o que ainda resta.”

A transmissão tremeu por um instante. Ao fundo, era possível ouvir vozes de oficiais, sinais de radar e o ruído seco de uma sala de comando trabalhando no limite.

— “A AFFS está avançando em várias frentes, mas não podemos ocupar cada floresta, cada cidade e cada arquivo ao mesmo tempo. É por isso que estou enviando vocês. O Data Center Fama-Norte contém registros que os Kuritas ainda não conseguiram destruir. Entrem, façam o escaneamento, copiem tudo que puderem e saiam antes que a guarnição local feche a estrada.”

Ele fez uma pausa, como se medisse o peso da próxima frase.

— “E mercenários... se esse nome aparecer novamente, Akihiro Sato, tragam tudo. Voz, imagem, assinatura de comando, qualquer coisa. Quero saber quem está tentando salvar os ossos do Dragão.”

Às 08:00, os BattleMechs da Companhia tocaram o solo úmido ao sudeste do setor. A floresta tremia sob o peso de cada passo. Galhos se partiam contra blindagens, aves reptilianas fugiam em bandos e a autoestrada abandonada se estendia à frente como uma promessa perigosa.

No canal interno, a voz da MacAres Solon soou calma, quase indiferente.

— “Análise preliminar do terreno concluída. Rota principal: autoestrada sudeste-noroeste até o complexo. Após o Data Center, a via prossegue para norte. Probabilidade de emboscada: elevada. Probabilidade de os defensores aguardarem sinal de invasão antes de se revelarem: noventa e dois por cento.”

Um dos pilotos murmurou algo sobre “boas notícias”.

A IA respondeu sem hesitação:

— “Correção: eu ainda não informei as más.”

À frente, o Data Center permanecia imóvel entre as árvores.

Então, por um breve instante, todos os canais captaram uma transmissão Kurita automática, repetida em baixa potência a partir do complexo.

A voz era masculina, controlada, firme. Não havia raiva nela. Apenas ordem.

— “A perda de Albion foi lamentável, mas não decisiva. Os Davions acreditam que vencer uma batalha é o mesmo que compreender uma guerra. Queimem os arquivos secundários. Evacuem os técnicos de navegação. O que não puder servir ao Dragão, não servirá aos Sóis.”

A transmissão terminou.

A MacAres Solon demorou menos de um segundo para responder.

— “Assinatura vocal compatível com os fragmentos de Albion. Designação provável: Tai-sa Akihiro Sato.”

Agora havia um rosto invisível por trás dos arquivos.

E a Companhia Mercenária avançou pela estrada, sabendo que, naquela floresta aparentemente tranquila, o Dragão já os esperava.


Situação

Após a vitória em Albion, a AFFS identificou que parte dos componentes usados na reconstrução dos WarShips Kuritas passava por Corydon antes de seguir para rotas ocultas de retirada. A MacAres Solon cruzou os dados recuperados na lua de Cholame com transmissões interceptadas e apontou o Data Center Fama-Norte como um nó de arquivamento do chamado Protocolo Karasu, operação Kurita destinada a preservar técnicos, códigos navais, peças estratégicas e rotas de fuga.

A missão ocorre em uma região florestal de Lestr O’Howley. Uma autoestrada parte do sudeste, avança até o Data Center e depois segue para o norte. Os mercenários entram pelo sudeste com o objetivo de alcançar o complexo, realizar um escaneamento completo dos arquivos e deixar a área antes que a guarnição Kurita consiga bloquear a retirada.

O Data Center é protegido por uma força do Combinado Draconis posicionada em alerta silencioso. Os defensores receberam ordem para não se revelar até que a Companhia esteja próxima o suficiente para ser cercada. A floresta, os desníveis e a estrada estreita favorecem emboscadas, fogo cruzado e avanço por corredores obrigatórios.

O objetivo principal dos mercenários é escanear o Data Center por tempo suficiente para que a MacAres Solon copie os registros internos. O objetivo secundário é escapar pela rota de retirada antes que os Kuritas destruam os servidores ou fechem a autoestrada. Durante a operação, transmissões fragmentadas revelam pela primeira vez o nome de Tai-sa Akihiro Sato, oficial responsável por coordenar a preservação dos ativos estratégicos do Dragão após a queda de Albion.

Esta batalha recria os fatos ocorridos na história, em 05 de setembro de 2806.


Configuração do Jogo

Utilizar o programa MegaMek, https://megamek.org/ para servir de base para o jogo.

Para jogos presenciais, coloque as folhas de mapa o mais parecido possível com o mapa apresentado acima.

Colocar os jogadores no time 1 – Atacantes, contratados pelo Sóis Federados.

O GM ou administrador do MegaMek deve criar um 2º player, sendo time 2 - Defensor, controlado pela IA (Princess), para representar o Combinado Draconis, configurado como "Striker".


Mapa



Atacante [Jogadores]

Cada jogador da Campanha Battletech Histórias poderá usar qualquer um dos seus Mechs adquiridos nas missões anteriores.

Para jogos livres (fora da Campanha Battletech Histórias), cada jogador deve escolher apenas um Mech da tabela abaixo, não podendo haver Mechs repetidos entre jogadores:

O MechWarrior de cada jogador iniciará com suas habilidades baseado no avanço conquistado durante as missões anteriores da Campanha Battletech Histórias.

Caso o jogador com seu MechWarrior seja novo na Campanha, ele iniciará conforme as regras de “Criação de Personagem” da Campanha. Caso esta missão seja jogada independente da Campanha, o jogador usará 4 de Artilharia e 5 de Pilotagem.


Defensor [IA MegaMek]

O GM ou administrador do MegaMek deverá escolher Unidades do Combinado Draconis conforme tabelas abaixo com:

  • 100% de BV do Atacante (jogadores) para o 2º Player, sendo qualquer proporção entre BattleMechs e Infantaria Mecanizada;

Os Pilotos do Combinado Draconis (Kuritas) tem habilidades 3 de Artilharia e 4 de Pilotagem, sem Habilidades Especiais, podendo ser alteradas pelo GM.


Desembarque

  • Atacante [Jogadores e 2º Player]: Time 1, fará seu desembarque em até 3 hexes do hex 3532, na borda sudeste do mapa (lado direito inferior);

  • Defensor [3º Player]: Time 2, fará seu desembarque em até 3 hexes da borda norte do mapa (lado superior).


Objetivos

Atacante [Jogadores e 2º Player]:

  • Coleta de dados (+100) Escanear qualquer dos hexes 0915, 0916, 1014, 1015, 1016, 1114, 1115, 1116, 1213, 1214, 1215, 1314 e 1315. A cada turno escaneado mais informações são coletadas (100 pontos de conquista para cada turno que escanear a instalação);

Defensor [3º Player]:

  • Queime das informações (+100) Impedir que os hexes 0915, 0916, 1014, 1015, 1016, 1114, 1115, 1116, 1213, 1214, 1215, 1314 e 1315 sejam escaneados pelo oponente, afastando ele do local. (100 pontos de conquista para cada turno que não houver escaneamento da instalação);


Extração

  • Atacante: poderá sair do mapa por qualquer dos lados;

  • Defensor [2º Players]:  poderá sair do mapa por qualquer dos lados;


Condição de Término da Partida

Quando uma ou mais das opções abaixo for alcançada:

  • Quando chegar ao final do 15º turno.


Condições Ambientais

  • Gravidade: 1,08g;

  • Temperatura: 32ºC;

  • Período: manhã (8 horas);

  • Visibilidade: normal (iluminação natural), nublado.


Regras Especiais


Escaneamento:

O ato de escanear uma construção é constituído da aproximação da Unidade até um hex adjacente e ficar um turno completo parado (sem movimentação e ataques). Caso haja algum adversário em qualquer hex adjacente ao hex do Mech que está escaneando, o escaneamento é contestado e não concluído naquele turno.


Dano Incapacitante (opcional):

Qualquer Mech que sofrer dano incapacitante conta como destruído para fins da missão, mas permanece em jogo. Todavia deve se movimentar obrigatoriamente na direção por onde entrou no mapa até que possa fugir (no caso do defensor deve retornar para a base, no centro do mapa, e ficar parado sem se movimentar ou atirar). Nenhum Mech incapacitado pode atirar.

O Mech sofre dano incapacitante quando estiver em uma ou mais das situações abaixo:

  • Uma ou ambas as pernas estão destruídas;

  • Todas as suas armas estão destruídas;

  • Seu giroscópio está destruído;

  • Sofreu dois acertos críticos no motor.


Mechwarrior Highlander! (opcional)

No início de cada Capítulo, cada jogador deve declarar se seu MechWarrior está utilizando está regra ou não.

Caso não estejam utilizando a regra, não poderá voltar a usar esta regra até o final do capítulo.

Se o jogador estiver utilizando esta regra e o MechWarrior sofrer dano a ponto de óbito, este não será considerado morto, porém não poderá concluir a missão, mas poderá ser novamente utilizado em batalhas futuras.


Espólio

Em caso de vitória, cada jogador participante tem acesso a plantas de seus BattleMech que participou da missão, permitindo uma customização total. Adicional, cada jogador rola 2D6 e se tirar 6 ou mais também tem acesso a um quirk de melhoria de arma para seu BattleMech participante desta missão.

Conclusão

Audio cover
C24M19 Final

O Data Center Fama-Norte queimava por dentro.

Do lado de fora, a floresta abafava os sons da batalha como se o próprio planeta tentasse esconder o que havia acontecido ali. Árvores partidas tombavam sobre a autoestrada, crateras fumegavam entre o concreto e placas de sinalização derretidas pendiam sobre a via que seguia para o norte. A instalação, antes silenciosa e anônima, agora pulsava em vermelho sob alarmes de emergência.

A Companhia Mercenária havia chegado ao núcleo de servidores.

Por minutos que pareceram horas, os MechWarriors sustentaram a posição enquanto a MacAres Solon mergulhava nos arquivos Kuritas. Cada segundo de escaneamento arrancava mais uma camada de segredo do Combinado. Rotas de transporte. Códigos de autorização. Listas de técnicos navais evacuados de Albion. Referências a peças de motores K-F. Registros incompletos de comboios partindo para Sun Prairie, Rowe e Evansville.

E, repetido em dezenas de documentos, o mesmo nome:

Tai-sa Akihiro Sato.

A voz da IA soou nos canais internos enquanto os últimos pacotes de dados eram transmitidos para a frota Davion.

— “Escaneamento concluído. Integridade dos arquivos: sessenta e oito por cento. Dados suficientes para reconstrução parcial do Protocolo Karasu. Observação: o inimigo iniciou queima térmica dos servidores três minutos antes da nossa chegada. Conclusão: Sato antecipou esta operação.”

Do outro lado da estrada, os remanescentes Kuritas recuavam para dentro da mata, não em fuga desordenada, mas em retirada calculada. Haviam perdido o Data Center, mas ganharam tempo para apagar parte dos registros e evacuar pessoal-chave. Aquilo não tinha o gosto de uma vitória simples. Era mais como arrancar uma confissão de um inimigo que ainda sorria com sangue nos dentes.

Pouco depois, a transmissão do Marechal Halder-Davion entrou no canal da Companhia.

— “Recebemos os dados. Bom trabalho. Vocês confirmaram o que temíamos: Albion era apenas uma parte do plano. O Combinado está tentando salvar a próxima guerra antes mesmo de terminar esta.”

A imagem de Halder ficou em silêncio por um instante. Quando voltou a falar, seu tom estava mais baixo.

— “Akihiro Sato. Guardem esse nome. Ele não está tentando vencer em Corydon. Está tentando garantir que o Dragão tenha com o que lutar amanhã.”

Enquanto a Companhia se retirava pela autoestrada danificada, o Data Center desabou atrás deles em uma explosão contida, expelindo fumaça escura entre as árvores. A MacAres Solon preservou a última transmissão recuperada antes da queima total dos servidores. Era curta, sem emoção, mas carregava uma ameaça que atravessaria as próximas batalhas.

— “O território pode ser perdido. A vontade do Dragão, jamais.”

A frase ficou suspensa no canal por alguns segundos antes de ser arquivada.

Corydon estava mais perto da libertação. Mas os Arquivos de Cinzas haviam revelado algo mais perigoso que uma base escondida ou uma rota de fuga.

Havia uma mente guiando a retirada Kurita.

E agora, pela primeira vez, essa mente sabia que a Companhia Mercenária estava em seu caminho.


Experiência para os MechWarriors

Após a batalha, os pontos de experiência e C-Bills devem ser contabilizados e distribuídos entre os jogadores e seus MechWarriors, conforme regras da Campanha Battletech Histórias.

Distribua os pontos de reputação da Esfera Interior e o de Mercenários conforme resultado da missão.

Os jogadores agora podem aprimorar seus MechWarriors e reparar seus BattleMechs.


Criado por:

Rosemberg A. F.

Sugestões, críticas e elogios enviar e-mail para:


1 comentário



Algumas Horas Antes do Desembarque em Corydon

Corydon — Os Arquivos de Cinzas


A chuva fina caía em linhas tortas sobre a fuselagem do transporte orbital, transformando o casco escuro da nave em uma superfície viva de reflexos cinzentos. Lá fora, Corydon se estendia abaixo das nuvens como uma mancha verde e negra, cortada por faixas de concreto antigo, rios estreitos e florestas densas demais para parecerem naturais.


A autoestrada surgia de tempos em tempos entre as árvores, uma cicatriz reta atravessando a mata fechada. Em outros planetas, aquilo poderia ter sido símbolo de progresso. Em Corydon, parecia mais uma linha de fuga construída por gente que sabia que, um dia, precisaria correr.

No compartimento tático, as luzes estavam baixas.…


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